Brigit, a flecha do poder!

Deusa das Habilidades. A deusa celta Brigit era por vezes chamada de Deusa Tríplice. Na Grã-Bretanha ela passou a ser conhecida como as Três Mães ou as Três Damas Abençoadas. As lendas mais antigas dão conta que num distante dia primaveril dois sóis despontaram no horizonte para iluminar o mundo. Um deles era o velho Astro-Rei que como sempre emergiu do Leste para iniciar sua caminhada costumeira pelo céu até encontrar seu descanso no Oeste, enquanto o outro anunciava o nascimento de uma filha dos Tuatha Dé Danann.

Como uma revelação do que seria o destino daquela menina no mundo a casa onde nasceu ardeu até alcançar o céu numa chama de brilho imperecível nunca desfeita em pó , competindo em pé de igualdade com a luz do Sol durante o dia e até mesmo vencendo as trevas na noite.

Seu nome significa “flecha de poder”. Era chamada A Poetisa. Outro aspecto de Danu, associada a Imbolc. Tinha uma ordem dedicada a ela, formada só por mulheres, em Kildare, na Irlanda, que se revezavam para manter o fogo sagrado sempre aceso. Deusa do fogo, fertilidade, lareira, todas as artes e ofícios femininos, artes marciais, curas, medicina, agricultura, inspiração, aprendizagem, poesia, adivinhação, profecia, criação de gado, amor, feitiçaria, ocultismo.

Brighid era representada por três mulheres, Brighid, a poetisa, Brighid, a médica, e Brighid, a ferreira, sendo conhecida como a deusa da Tríplice Chama, pois o fogo alimenta as forjas, esquenta os experimentos dos alquimistas, e incendeia a mente dos poetas.

Brighid é uma das deusas chamadas de pan-célticas, pois fora cultuada por todos os diferentes povos celtas.

Brigid, a Deusa das águas que curam, faz os rios voltarem a correr; Brigid, a Deusa dos animais, propicia o retorno e o acasalamento deles, garantindo a continuação da vida por meio dos filhotes; Brigid, a Deusa das sementes, filha do Dagda, o Senhor do Caldeirão, abençoa o reinício dos trabalhos na agricultura; Brigid, Deusa solar, traz de volta dias mais claros e mais amenos.

Brigid, Deusa não só do fim do inverno (Imbolc), mas de todo o ano, está conosco mais uma vez, sob uma de suas muitas faces – a Donzela da Primavera. O mundo se enche de luz, os corações de alegria, e dos lábios dos Bardos nasce uma nova canção – uma canção de amor por Brigid, padroeira dos artistas e dos amantes da arte.

Excalibur, A espada do Rei Arthur, foi forjada pela Senhora do Lago, com o fogo sagrado de Brighid. Como a Avalon Arthuriana, ou a “Ilha das Maçãs,” Brigid possui um pomar de maçãs no Outro Mundo na qual abelhas viajavam para obter seu néctar mágico.

Brigid, que tambem significa “aquela que exalta a si própria,” é a Deusa do Sagrado Fogo de Kildare (derivado de “Cill Dara,” que significa “igreja do carvalho”) e freqüentemente é considerada como sendo o aspecto de Donzela Branca da Deusa Tripla.

Imbolc, o festival de Brighid, é celebrado em ou em torno do dia 1 de Fevereiro quando Ela conduz a Primavera para a terra depois do domínio do Inverno. Esta festa de meio de Inverno começa conforme as ovelhas começam a lactar e é o começo do novo ciclo de agricultura. Durante este tempo Brigid personifica uma noiva, aspecto de virgem ou donzela e é a protetora das mulheres que estão grávidas. Imbolc também é conhecido como Oimelc, Brigid, Candlemas, e até na América como o Dia da Marmota.

Poços são considerados sagrados pois eles vêm de “o imbelc’ (literalmente “no ventre”), ou útero da Mãe Terra. Por causa do seu Fogo da Inspiração e sua conexão com as macieiras e carvalhos, Brighid freqüentemente é considerada a padroeira dos Druidas.

Brighid é filha de Dagda,o Bom Deus, pertencendo assim, aos Tuatha De Danann.

 

Ela foi cristianizada como a “mãe adotiva” de Jesus Cristo, e chamada Santa Brigida. Ela algumas vezes também é associada com a Deusa Romano-Celta Aquae-Sulis em Bathe. Brigid é uma deusa irlandesa e celta de tempos pré-cristãos. No ano de 450, Brigith foi transformada em Santa Brígida pelo cristianismo que não conseguia impedir o culto a Deusa pagã. A biografia dessa santa foi escrita por Cogitosus – que credita a data da morte da santa cristã ao dia 01 de fevereiro, data está em que era comemorado o Festival do Fogo em homenagem a Deusa pagã.

A história da Santa Brigida é na verdade cheia de contradições, uma vez que boa parte de sua biografia é baseada na história da Deusa e alguns elementos que são facilmente compreendidos a partir do paganismo, torna-se estranhos para os fundamentos cristão…

Seja qual for a verdade sobre a vida privada Brigit, o que é interessante é a sua universalidade e da forma que as pessoas são movidas a especular sobre ela e, talvez, de ler as coisas em histórias sobre ela com o qual eles podem identificar. Desta forma, ela é trazida mais perto de nós, e é capaz de servir, em muitos aspectos como um papel-modelo. Uma amante da mulher, uma mulher forte única, uma mulher no relacionamento feliz e frutífera com um homem – ela se torna todas as coisas para todas as mulheres.

Oração a Deusa Brigit
“Senhora dos cabelos trançados!
Guardiã do fogo sagrado!
Venha meus caminhos iluminar!
Meu lar abençoar!

Brigit! Filha do Grande Dagda!
Senhora das fontes sagradas!
Concede-me saúde e paz!
E todo amor de que és capaz!

Que eu saiba honrar tua bênção,
Entregando-te meu coração!
Que eu saiba curar e abençoar
E espalhe amor por onde eu passar!
Assim se faça para sempre.”


Correspondências:
Símbolos: Fogo,  águas curativas, carvalho, maçãs, arte, artesanato, poesia
Face: Deusa Tríplice
Lua: Crescente
Cores: Verde, Dourado
Sabbath: Imbolc
Cruz de Brigit
Jóias: platina e ouro
Cor da roupa: azul, preta, prata ou rosa.
Óleos: cravo, poção do amor, alfazema.
Ervas: avenca, calicanto, ginseng, mandrádora, verbena.
Pedras: Ágata, citrino, amazonita, hematita, quartzo azul, quartzo fumê, aventurina, quartzo branco, ametista.

Ritual de Proteção:
Acenda um incenso de verbena em uma quarta-feira.

Fonte: http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
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Arianrhod – a deusa da Lua Nova

Arianrhod de Gales era uma deusa da Lua Nova. Seus símbolos, como aqueles de Cerridwen, eram o caldeirão e a porca branca. Sua Roda de Prata, por vezes representada como um barco com roda de pás que levava as almas para sua morada estelar, podia muito bem simbolizar a roda zodiacal e seus signos (os aros da roda).

Arianrhod era chamada de Roda Prateada, Grande Mãe Fértil, Deusa das Estrelas, Deusa dos Céus e Deusa da Reencarnação. Seu palácio era chamado de Caer Arianrhod (Aurora Borealis). Ela era a guardiã da Roda de Prata das Estrelas, um símbolo do tempo e do Karma. Essa roda era também conhecida como a roda de Pás, um barco que carregava os guerreiros mortos para a terra da Lua (Emania). Seu consorte original era Nwyvre (Céu ou Firmamento). Ela era também a mãe de Lleu Llaw Gyffes e Dylan. Com seu irmão Gwydion. Arianrhod regia a beleza, a fertilidade, o Karma e a reencarnação.

O mito de Arianrhod é muito complexo, com elementos contraditórios e de difícil compreensão, denotando as deturpações decorrentes da interpretação das antigas lendas da tradição oral dos bardos, pelos monges e historiadores cristãos. Há, no entanto, uma passagem muito interessante que descreve de forma metafórica e pitoresca uma mescla de atributos da Deusa como Donzela e Mãe escura. Filha da deusa da terra Don, Arianrhod foi chamada pelo Deus celeste Math para ser sua acompanhante (na verdade, seu dever era segurar os pés do Deus no seu colo enquanto ele descansava). A condição essencial deste encargo era a virgindade da candidata.

Mas, ao ser testada pelo bastão mágico de Math, Arianrhod de repente deu a luz a gêmeos – um, bem formado, Dylan, que se foi arrastando para o mar (onde se transformou depois em um deus marinho), e outro, ainda em estado embrionário. Arianrhod desapareceu, mas antes amaldiçoou este filho para que ele não tivesse jamais um nome, não pudesse usar armas e nem casar. Na cultura celta, era a mãe que dava o nome e abençoava seu filho nestes rituais de passagem. No presente mito, a criança foi adotada pelo irmão de Arianrhod, o mago Gwydion, que, no devido tempo, conseguiu ludibriar Arianrhod e, usando recursos mágicos, a convenceu a dar um nome a seu filho e permitir-lhe usar armas. O nome Llew Llaw Gyffes, “o brilhante, luminoso e habilidoso”, era o mesmo nome de um famoso herói celta Lugh, personificação de um antigo deus solar. Comprova-se, assim, por metáforas e intrincados simbolismos celtas, a antiguidade das divindades e cultos lunares, a Lua representando as tradições matrifocais da Deusa que deram origem aos cultos e mitos solares posteriores.

Na tradição celta, essa Deusa se apresentava de dupla forma, como Virgem e Mãe, Padroeira da Lua, da Noite, da Sexualidade, da Justiça, da Magia e do Destino. Mais tarde, é apresentada como uma Deusa-Mãe, girando a Roda de Prata e transformando-a em uma barca lunar.

Como sua Deusa regente é um tipo de Deusa do Lar, que deseja que sua casa seja aconchegante e cheia de amor.

É importante lembrar que cada aspecto da Deusa representa um aspecto que você pode reconhecer dentro de si mesma. A conexão com a Deusa Arianrhod poderá lhe ajudar a compreender a tarefa histórica da iniciação feminina.

É uma visão de harmonia e de totalidade. É também, uma visão de justiça entre raças e espécies, onde os dons da vida são incrivelmente bons, embora mortais e efêmeros e, onde você poderá libertar sua afinidade emocional com a natureza.

Correspondências:

Símbolos: Lua, caldeirão, porca branca, roda de prata
Face: Anciã e Donzela
Lua: Nova
Vela: Verde
Jóias: ouro e cobre.
Cor da roupa: rosa, verde, marrom ou bege.
Óleos: cidró, poção do amor, óleo de Cerridwen, rosa, nérole, gardênia.
Ervas: flor de maçã, bétula, amora-preta, erva-dos-gatos, margaridas, urze.
Pedras: Água marinha, coral, esmeralda, kunzita, lápis-lazuli, quartzo rosa, amazonita, quartzo branco, ametista.
Ritual de proteção: Vista uma peça do vestuário na cor verde-claro nas sextas-feiras.

Fonte: http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
http://naturezadeluanegra.blogspot.com.br/2012/11/deusa-celta-irlandesa-dagda.html
http://elisabet-oliveira.blogspot.com.br/2011/01/badb.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha_(mitologia_da_Irlanda)
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Cerridwen – a “Face Anciã”

Cerridwen representa a “Face Anciã” da Deusa Tríplice celta; seu nome tem como origem os termos galeses ceryd “administrar com amor” e gwen “branco e abençoado”. Apesar da sua representação habitual como uma mulher velha, chamada de “A anciã da criação” ou simplesmente “A anciã”, ela era uma deusa que mudava sua forma, passando de jovem à mulher madura ou velha, incluindo também sua metamorfose em animais. Como deusa da fertilidade e abundância, ela era chamada de “Deusa soberana dos cereais”, a porca sendo seu animal totêmico e representando a fecundidade do mundo subterrâneo, bem como o poder materno (criador e destruidor, que dá e tira a vida).

Cerridwen é associada com a Lua, os dons de inspiração, a poesia, as profecias, a habilidade da metamorfose, o ciclo de vida e morte, sendo a guardiã da sabedoria e do conhecimento. É ao mesmo tempo Deusa parteira e protetora dos mortos, pois o mesmo poder que conduz os corpos para a morte traz a vida. No seu ventre gera-se a vida, mas a vida antecede a morte.

Seu aspecto caracterizado em corpo de uma velha, representa o conhecimento de todos os mistérios que só a idade e a experiência podem proporcionar. Ela é a Deusa que devemos reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo de malefício. Ela é a Deusa do caos e da paz, da harmonia e da desarmonia. E então, quando a Lua não brilha no céu e a escuridão é nosso legado, devemos deitar oferendas a Ela, que também olha por nós em nossos momentos de trevas.

O caldeirão, seu maior símbolo (percursor do Santo Graal) representa a fertilidade e a regeneração, por isso também era deusa dos bosques e dos animais. Os rituais para essa deusa eram feitos na lua minguante.

Cerridwen chega em nossas vidas anunciando um tempo de morte e renascimento. Quando algo está para morrer, devemos permitir que se vá para que algo novo possa nascer. A totalidade só é conquistada no momento que dissermos sim e dançarmos com a morte e o renascimento, Cerridwen diz a você que sempre receberá de volta o que der a ela, portanto entregue-se e renascerá.

A mais antiga forma da Deusa Tríplice. Associa-se a morte, a fertilidade, a inspiração, a astrologia, as ervas, os encantamentos, o conhecimento.

Todos os verdadeiros Bardos celtas dizem ter dela nascido; de fato, os Bardos galeses, como todo, se autodenominavam Cerddorion (os filhos de Cerridwen). Diz-se que beber de seu caldeirão mágico confere a maior inspiração e talento a poetas e músicos. A jornada ao caldeirão era parte da iniciação de um Bardo, e era uma jornada perigosa, como pode ser visto na lenda de Taliesin.

 

“Taliesin incia sua vida como Gwion Bach. Ainda enquanto jovem, Gwion Bach vagava pelo norte de Gales. Subitamente, ele se viu no fundo do Lago Bala, onde viviam o gigante Tegid e sua esposa Cerridwen. A deusa possuía dois filhos, um garoto e uma garota. A garota (Creirwy) era muito bela, mas o garoto (Avagdu) era extremamente feio. Cerridwen esta então preparando uma poção para que seu filho fosse muito sábio. Ela pediu para que Gwion a ajudasse mexendo o caldeirão que continha a poção. Ele mexeu por um ano e um dia até que só houvesse três gotas restando. As gotas ferventes pularam para seu dedo; instintivamente ele levou o dedo queimado à boca e percebeu instantaneamente todo o terrível poder de Cerridwen. Ele então fugiu do lago em terror.

Furiosa, Cerridwen saiu em seu encalço. Numa tentativa de escapar da deusa, Gwion se transformou diversas vezes, assumindo várias formas. Cerridwen o seguia, também ela se metamorfoseando, até finalmente comê-lo quando este assumira a forma de um grão de milho. Nove meses depois ela deu à luz um menino, o qual lançou ao mar num barquinho.

Elphin, filho de um rico proprietário de terras, salvou o bebê e lhe deu o nome de Taliesin (semblante radiante). A criança reteve todo o conhecimento e sabedoria adquiridos pela poção e cresceu para tornar-se um talentoso e importante Bardo.”

 

Correspondências:
Símbolos: Lua, caldeirão, grãos
Face: Anciã
Lua: Minguante, Nova
Animais: Porca branca
Jóias: ouro e prata
Cor da roupa: vermelha, preta ou branca.
Óleos: Poção do amor, sangue do dragão, almíscar, patchulli.
Ervas: damiana, dedaleira, lúpulo, trigo
Pedras: obsidiana, quartzo claro, turmalina negra
Ritual de proteção: Toda as terças-feiras use uma peça do vestuário na cor vermelha.

Fonte: http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
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Blodeuwedd – a Deusa dos Nove Aspectos da Ilha Ocidental do Paraíso

Continuando a falar sobre os Deuses celtas e suas Correspondências:

Blodeuwedd

A deusa galesa Blodeuwedd era conhecida como a Deusa dos Nove Aspectos da Ilha Ocidental do Paraíso, uma conexão tanto com a Lua (nove é um numero lunar) quanto com a morte e a reencarnação (aspecto da Lua Nova). Robert Graves escreve que Blodeuwedd possuía nove poderes; nove também um múltiplo de três, outro numero da Lua e da Deusa. A coruja era o animal sagrado de Blodeuwedd. Ela lidava com mistérios lunares e iniciações misticas.

De acordo com a mitologia galesa, Blodeuwedd foi criada por Gwydion e Math a partir de brotos de carvalho, é rainha-dos-prados para ser a esposa de seu sobrinho, o jovem deus Lleu. Seu nome significa literalmente “cara-de-flor”. No entanto, após algum tempo, Blodeuwedd perdeu seu interesse por Lleu e se apaixonou pelo obscuro deus da caça da floresta. Quando ela perguntou a Lleu como ele poderia ser assassinado, ele contou a ela. Ela então contou a seu amante, o deus da caça, que o matou. Entretanto, os tios de Lleu fizeram com que ressuscitasse. Lleu, por sua vez, matou seu rival. Gwydion transformou Blodeuwedd em uma coruja, um pássaro que prefere a noite e caça à luz do luar.

A coruja, uma criatura também ligada a Athena e outra deusas lunares, simboliza a sabedoria e os mistérios da Lua. Voar ao Luar significa compreender e utilizar os poderes da Lua.

Blodeuwedd é uma Deusa feita de flores que representa a beleza natural e vai ajudar você a perceber sua própria beleza .Vai ajudá-la também a escolher entre dois amores.  Os domínios da Deusa Blodeuwedd abrangem todas as questões relacionadas ao amor, à beleza e à sedução.

As mulheres que possuem esse arquétipo ativo, gostam de se apaixonar e de fazer amor. Fisicamente, irradiam grande atração sexual. Quando chegam em qualquer lugar, os olhos masculinos não deixam de percebê-las. Os mistérios e rituais de amor são seus domínios e elas podem passar um bom tempo tramando e planejando seus casos. Entretanto, quando se desilude, é capaz de abrir mão do romance rapidamente.

Todas nós experimentamos a influência da Deusa Blodeuwedd quando ovulamos, quatorze dias antes da menstruação. Essa é também a época mais propícia para realizarmos um ritual em sua homenagem, ou para ativá-la.

Correspondências:
Lua: Nova
Símbolos: Coruja, flores, flor branca
Dominios: flores, sabedoria, mistérios lunares e iniciações
Animais: Coruja
Jóias: platina, estanho, latão ou ouro.
Cor da roupa: verde claro, esmeralda, rosa, cor de alfazema, preta, branca, cinza e roxa.
Óleos: lótus, lírio, patchulli, hissopo, lima, mirra, fava de cumaru e jasmim.
Ervas: agrião, alga, folhas de parreira, lobélia, artemísia, narciso e salgueiro.
Pedras: ametista, safira, pedra da lua, conchas do mar, água-marinha, jaspe sanguíneo e quartzo azul.
Ritual de Proteção: carregue sempre uma pedra da lua com você.

Fonte: http://www.oldreligion.com.br/novo/conteudo/index.asp?Qs_idConteudo=12
http://caillean333.blogspot.com.br/2008_05_01_archive.html
http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
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http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
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Morrigu – O corvo da batalha

Morrigu

Morrigu é a Deusa celta da guerra, da vingança, da morte, do renascimento, do destino, da mudança e da justiça. É a protetora de todas as sacerdotisas e a que impulsiona os guerreiros para suas vitórias ou derrotas.

Há evidências arqueológicas do culto a Morrigu desde a Era do Cobre nas regiões da Espanha, da França, de Portugal, da Inglaterra e da Irlanda. Inúmeras esculturas de uma mulher com uma cabeça de corvo, gralha ou falcão foram encontradas em sítios arqueológicos dessas regiões, e o corvo é um animal sagrado de Morrigu por excelência. Essas imagens mostram uma distinta associação com a guerra e indicam uma direta função de guerreiras, mostrando associações com a proteção, fertilidade e personificação da Terra como Deusa da Soberania. Ela é uma Deusa cultuada por toda a Europa sob diferentes nomes: foi chamada de Morrigan, Morgan, Morgana e Cathuboduwa. Provavelmente Morgan le Fay, considerada irmã do Rei Arthur nos mitos arthurianos, seja um dos inúmeros nomes pelo quais ela foi conhecida entre os galeses. Seu nome etimologicamente vem da combinação do gaélico mór, que significa “grande”, e righan, que quer dizer “rainha”, ou seja, Grande Rainha, o que indica que ela foi uma Deusa de muita importância entre os povos celtas.

Morrigu era tida como uma Deusa que fazia o transporte entre  a vida e a morte, uma Deusa pássaro e uma Deusa do outro mundo. A função de Morrigu claramente não era uma só, mas muitas, o que nos faz acreditar que ela acabou sofrendo uma fusão com atributos de inúmeras Deusas celtas menores.

As Deusas irlandesas da guerra são muito interligadas umas com as outras e, como todas as Deusas celtas, Morrigu possui três aspectos distintos. Isso lhe conferiu o título de “As fúrias da Batalha”, momento em que a Deusa aparecia com suas duas outras irmãs. Elas têm muitas caracteriscas em comum, mas mostram uma função especial que as distingue uma da outra. Cada uma delas exerce uma particular magia ou poder sobrenatural. Ela é Badb, o corvo da batalha, aquela que sobrevoa o campo de batalha. É ela que canta a morte dos bravos guerreiros. É ela que leva a alma ao caldeirão do renascimento. Muitas vezes este aspecto de Morrigu é visto como uma donzela.

Macha, a égua, é a face mãe de Morrigu. Nemhain, a Fúria, representa a face anciã de Morrigu. Ela é muitas vezes representada como a “Lavadeira do Vau”, uma figura sombria de uma velha que lava roupas manchadas de sangue no vau dos rios. Um guerreiro que visse essa aparição antes de uma batalha sabia que tinha chegado a sua hora. Nesse aspecto Morrigu coloca a fúria no coração dos guerreiros e também governa o exército do sacerdócio. Ela inspira seu conhecimento e sabedoria para todos os que ousam desafiá-la e estão prontos para aprender.

Não existem muitas histórias sobre a origem de Morrigu. Alguns historiadores dizem que ela era conhecida como Moirah quando os Dannans desembarcaram na Irlanda. Era vista como uma Deusa donzela, que tinha suas próprias opiniões, que se apaixonou pelo jovem Dagda. Ela engravidou, mas como as águas do rio estavam sob os domínios dos Fomorianos, ao finalmente dar á luz seu filho Mechi nasceu com três cabeças e desformado. Os druidas o sacrificaram para preservar seu povo, pois o recém-nascido seria o futuro rei e segundo a lei céltica um rei deformado ou mutilado não poderia governar. Com isso Moirah foi esconder-se na floresta. Ela permaneceu escondida durante muitos anos até que um dia surgiu usando uma capa com penas de corvos, duas espadas e com a habilidade de mudar de forma, Era uma grande guerreira habilidosa e nenhum homem ousava opor-se a Moirah, agora aconhecida por um novo nome, Morrigu.

Alguns historiadores alegam que a união de Dagda e Morrigu ocorreu em Samhain, antes da batalha que conduziu os Tuatha de Dannan à vitória contra os Fomorianos, que os dominavam. Quando Morrigu se uniu sexualmente com Dagda, o líder dos Tuatha, isso representou a união do Rei com a Terra, pois só dessa forma seria possível se fortalecer para vencer. Qualquer homem que quisesse obter sua ajuda deveria ter relações sexuais com ela primeiramente e deveria ser feito com soberania e se ele recusasse este avanço jamais seria digno de governar a Terra.

Lugh também foi considerado um dos consortes de Morrigu. Ela aparecia  frequentemente nos mitos, na forma de corvo, sobrevoando Lugh e lhe dirigindo incentivos de força e segurança para que lutasse bravamente conta os Fomorianos. Ela tentou seduzir Cuchulain e quando ele a desprezou Morrigu passou a persegui-lo de várias formas; finalmente, ao conseguir matá-lo ela apareceu em seus ombros como um maldoso corvo.

Morrigu aparece frequentemente associada às Bansidhe ou na forma de uma delas. As Bansidhe são seres míticos dos povos celtas que se aproximavam dos seres humanos para avisar a morte iminente de pessoas queridas com seus gritos e choros através das noites. Elas eram descritas como mulheres vestidas de verde, com os pés vermelhos, uma narina e um dente. Tinham longos seios caídos, e dizia-se que aqueles que conseguissem mamar em um deles teriam seus desejos concedidos por elas se pudessem responder às três questões que fizessem. Isso simboliza que o mesmo que traz a morte é o poder que nutre, gera e sustenta a vida.

O corvo aparece frequentemente associado a Morrigu, e ela inclusive pode assumir a forma física de um por meio de seus poderes mágicos. É interessante perceber que o corvo não causa a morte de ninguém, mas come e transforma o corpo, assim como Morrigu. Ela não é a morte em si mesma, mas aquela que traz a morte e a transformação por meio dela, comendo e sendo comida.

Sendo uma Deusa do destino, da morte, do renascimento, da guerra, Morrigu assume o papel de uma Deusa Negra e por isso é cultuada nas sombras e em períodos de Lua Nova. como todas as Deusas Negras, Morrigu é muito mal interpretada. Ela é aquela que traz conforto aos mortos e aos sobreviventes. Ajuda-nos em todos os momentos de mudanças, seja pela morte de um familiar, seja pela perde de um emprego, por um acidente ou por qualquer tipo de perda ou fim.

O povos célticos acreditavam que quando vemos corvos, Morrigu está por perto. Muitos vêem isso como um sinal de morte, mas também pode ser interpretado como sinal de mudança e a necessidade de buscar força. Ela pode ser a mais fiel amiga ou a mais terrível inimiga.

Morrigu é a personificação da própria Terra, por isso um de seus símbolos é o triângulo invertido, o símbolo deste elemento. Ela é a tripla origem do poder do nascimento, da vida e da morte e a força necessária para regenerar estes ciclos.

Correspondências:

Como conectar-se com Morrigu:

“Deixe uma pena de corvo tomar a luz da Lua Nova, recolha-a antes de o sol nascer. Passe a pena na fumaça de um incenso de sangue de dragão, pedindo que Morrigu lhe proteja, e afaste de seu caminho todos os perigos e traga proteção. Amarre a pena com uma fita preta em uma árvore bem bonita como oferenda a Morrigu. “

Animais: Corvo, Gralha, Enguia.
Planeta: Marte
Elementu: Terra
Lua: Nova e Minguante
Cores: Preto, roxo e prata.
Comida: Vinho, carne e mel.
Incenso: Absinto.

Fonte: http://www.oldreligion.com.br/novo/conteudo/index.asp?Qs_idConteudo=12
http://caillean333.blogspot.com.br/2008_05_01_archive.html
http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
http://naturezadeluanegra.blogspot.com.br/2012/11/deusa-celta-irlandesa-dagda.html
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha_(mitologia_da_Irlanda)
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Cernunnos, o Grande Deus de Chifres

Para iniciar esse novo “projeto”, transformando esse blog não só num depósito de tirinhas, mas também em algo útil para estudos e curiosidades pagãs, falarei semanalmente sobre um (ou mais) Deuses de panteões diversos.

Irei começar com o panteão Celta, e com o Deus Cernunnos. Espero que gostem =)

As informações foram tiradas de sites e pesquisas diversas, fontes de pesquisas ao final.

Cernunnos, Deus Celta

O deus celta Cernunnos era conhecido em várias formas por toda a Europa. Era chamado de o Deus Cornudo. Deus da Natureza, Deus do Submundo e do Plano Astral, Grande pai, e O Chifrudo. Os druidas o chamavam de Hu Gadern, o Deus Cornudo da fertilidade. Era representado sentado numa posição semilótus com chifres ou galhadas na cabeça, com cabelos longos e enrolados e barba. Estava nu e usava uma torque; por vezes, ele porta uma lança e um escudo. Seus símbolos são o alce, o bode, o touro e a serpente chifruda. Cernunnos regia a virilidade, a fertilidade, os animais, o amor físico, a Natureza, os bosques, a reencarnação, as encruzilhadas, a riqueza, o comércio e os guerreiros.

Todos precisamos aprender a lidar com o Deus Cornudo e seus poderes de reencarnação, riqueza e apreciação da Natureza. Nós já lidamos, ainda que subconscientemente  com seus poderes, com seus poderes de fertilidade e sexo físico.

Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade de seu panteão. Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas. Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.

Independentemente de sua origem, Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas.

Sua primeira representação conhecida está presente em uma gravação sobre rocha datada do século IV a.e.c. encontrada no norte da Itália. Ali ele já aparece como um ser de aspecto antropomorfo, dotado de dois chifres na cabeça e dois torques em cada braço. O torque — uma espécie de colar torcido com as extremidades em forma de argola — é um atributo de poder e às vezes de realeza utilizado pelos grandes chefes ou pelos guerreiros mais destacados para que fossem identificados como mestres na sociedade celta e devia ser colocado apenas no pescoço ou nos braços: trata-se de uma série de tiras de metais preciosos entrelaçados em meio a um charmoso desenho em espiral nas formas de colar e pulseira que não fechavam.

Ao lado da imagem de Cernunnos encontrada no norte da Itália estava desenhada uma serpente — símbolo da fertilidade, do renascimento e da sabedoria que mais tarde foi satanizado — com cabeça de carneiro.

Freqüentemente é representado acompanhado por animais, principalmente cervos e touros, que se alimentam de um grande saco que tem em seu poder, ou por serpentes que se alimentam da fruta oferecida entre suas pernas. Em algumas ocasiões, aparece sentado na posição de Buda. Encontramos seu nome escrito em apenas uma ocasião: em um relevo em sua homenagem elaborado por marinheiros do inicio do século II d.e.c., no qual, além dos chifres, o deus tem orelhas de cervo.

Sua imagem mais famosa é a do caldeirão de Gundestrup, um charmoso recipiente de prata de 36 centímetros de altura utilizado em rituais e que foi encontrado na Jutlândia, Dinamarca, quebrado em cinco pedaços. A peça foi reconstituída para que pudesse ser admirada em toda a sua beleza. Neste caldeirão, Cernunnos senta-se com as pernas cruzadas, com um torque no pescoço e outro na mão direita e segura uma serpente com a mão esquerda. Das figuras que o acompanham, destacam-se um cervo de um lado e o que poderia ser um javali do outro lado. Também aparece um homem montado em um salmão — o peixe da sabedoria — e dois animais da mesma espécie que se enfrentam. Outro relevo em pedra — este encontrado no sudoeste da Inglaterra — o mostra com as pernas formadas por duas grandes serpentes com cabeça de carneiro sobre algumas bolsas de dinheiro colocadas ao lado do deus. Em uma moeda de prata inglesa, ele aparece com uma roda, signo solar, entre os chifres.

Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder. Na Antigüidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, e não no sentido em que são entendidas vulgarmente nos dias de hoje, como indivíduos muito fortes e agressivos, mas no da própria etimologia latina. Um tipo viril era um homem com todas as letras, dotado de todas as qualidades presumíveis, mas demonstradas apenas por indivíduos reais: valor, honra, masculinidade, entre outros. Os chifres mostravam, além de tudo isso, que esse individuo desfrutava de sabedoria sobre o mundo.

Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que chegam a uma ilha misteriosa na qual encontram apetitosas maçãs. Após mordê-las, chifres crescem em suas testas e eles passam a compreender muitas coisas que acontecem ao redor do mundo. Uma lenda escocesa afirma que tais chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros quando eles se preparavam para o combate há muito tempo, ainda na “infância” da humanidade. Os vikings são popularmente mostrados como terríveis piratas que usavam capacetes com chifres. Porém, eles nunca levavam adornos semelhantes aos combates, pois isso representaria um grande incômodo se realmente o fizessem. Na verdade, utilizavam capacetes lisos, quase sem ornamentos, muito mais práticos. Os capacetes com chifres eram utilizados apenas em cerimônias religiosas. Uma das famosas esculturas de um dos maiores artistas de todos os tempos, Michelangelo Buonarrotti, é sua representação de Moisés. A obra, que data do século XVI, mostra dois chifres e encontra-se na basílica de São Pedro, em Roma.

Correspondências:
Casa: sub-mundo,  Underworld, Wildwood
Animais: Veado, Serpente com chifres, touros, cães, ratos
Cores: Verde, Dourada e Prata
Consorte: Deusa Donzela de Beltane
Cristal: Peridot, Ambar, Jet, Cristal de Rocha
Dia: Domingo, quarta-feira
Direção: Norte
Elemento: Terra
Incenso: Rosemary, Pine, Sandalwood, Cinnamon, Musgo
Instrumento Musical: Tambor
Oferendas: bolotas, folhas do carvalho, visco, frutas, grãos
Planeta: Mercúrio
Planta/Árvore: Ivy, Carvalho, Mistletoe, Juniper, Valerian
Simbolos: Chifres, Torque
Hora: Meia-noite

Fonte: http://www.oldreligion.com.br/novo/conteudo/index.asp?Qs_idConteudo=12
http://caillean333.blogspot.com.br/2008_05_01_archive.html
http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
http://naturezadeluanegra.blogspot.com.br/2012/11/deusa-celta-irlandesa-dagda.html
http://elisabet-oliveira.blogspot.com.br/2011/01/badb.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha_(mitologia_da_Irlanda)
http://bruxarianaserra.weebly.com/macha.html
http://flavyr.blogspot.com.br/2012/05/deusa-macha.html
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