Tem bom coração… – Bruxices 41

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Badb e Macha, as Fúrias

Hoje será um post duplo, falarei sobre as irmãs de Morrigu, as que com ela formam “as Fúrias das Batalhas”.

Badb Na mitologia irlandesa, Badb (/baðβ/ “corvo” em irlandês antigo; irlandês moderno Badhbh /bəiv/ significando “abutre”) era uma deusa da guerra que assumia a forma de um corvo, e era assim por vezes denominada Badb Catha (corvo de batalha). Frequentemente causava confusão entre os soldados ao fazer a batalha pender para seu lado favorito. A ilha Boa recebeu seu nome por causa desta deusa. Campos de batalha eram chamados de a terra de Badb, e com frequência era dito que Badb aparecia neles sob a forma de um corvo ou de um lobo. Badb é associada à beansidhe, e diz-se que foi crucial na batalha contra os fomorianos. Deusa da guerra, dos campos de batalha e das profecias. Era conhecida como: o Corvo de Batalha ou a Gralha Escaldada. Com suas irmãs, Macha e Morrigu, formava um trio de Deusas guerreiras, as filhas da Deusa-mãe Ernmas, que morreu em “A Primeira Batalha de Magh Turedh”, conto que descreve como os Tuatha Dé Danann tomaram a Irlanda dos Fir Bolg. Badb era o corvo em meio a batalha, que podia tanto como profetizar sua morte, quanto ajudar em meio a guerra. Era representada como uma donzela. Associada ao caldeirão, aos corvos e gralhas. Badb rege a vida, a sabedoria, a inspiração e a iluminação.

Correspondências: Símbolos: Espada, corvos, gralhas e caldeirão. Dia: Todos os dias da semana Cores: Branco e preto Aroma: Cânofora Pontos cardeais: Oeste Estação: Outono  

Macha

Macha: Deusa da fertilidade e da guerra, filha de Ernmas, junto com as irmãs Badb e Morrighan, podia lançar feitiços sobre os campos de guerra. Após uma batalha os guerreiros cortavam as cabeças dos inimigos e ofereciam a Macha, sendo este costume chamado de a “Colheita de Macha”. A Rainha da Vida e da Morte no panteão irlandês reverenciada em Lughnasadh/Lammas. Ela é a Deusa protetora da guerra e da paz, regendo também a astúcia, a força física, a sexualidade, a fertilidade e o domínio sobre os homens. A Deusa Macha foi adorada na Irlanda mesmo antes da chegada dos celtas. Ela é uma Deusa Tríplice associada à Morrigan (ou Morrigu) e Badbh, confirmando o significado do triskle para a cultura celta, em termos de respeito ao simbolismo da Trindade (vida – morte – vida). No “Livro das Invasões”, nas lendas do Ciclo de Ulster, a seguinte frase descreve esta triplicidade: “Badbh e Macha, grandes poderes. Morrigan que espalha confusão, Guardiãs da Morte pela espada, Nobre filhas de Ernmas”. Ela está ligada também a Danu no aspecto fértil. No “Livro Amarelo de Lecan”, Macha é glosada como um corvo que se alimenta dos cadáveres em combate. Ela também está associada a troféus de batalha sangrentos, como as cabeças recolhidas dos inimigos, chamadas de “a Colheita de Macha”. Esta ligação com a arte da batalha é reforçada pelo nome das Mesred machae, os pilares das fortalezas, onde as cabeças dos guerreiros derrotados eram empaladas. Macha é também a deusa que guia às almas ao além-mundo. Ela vive na terra dos mortos, a oeste. Antes de sua ligação com a morte, ela representava a quinta-essência das fadas. É igualmente considerada uma Deusa da Água, semelhante à Deusa Galesa Rhiannon, e Protetora dos Eqüinos, como a Deusa Gaélica Epona. Está ainda associada à Deusa do parto, principalmente se estes forem gêmeos. Macha. Que representava a face Mãe. Ela aparecia no final da batalha e guiava os mortos para o outro mundo.

A Maldição de Macha

Macha, segundo conta uma das lendas, é uma Deusa que preferiu viver entre os mortais. Teve como seu primeiro marido o líder Nemed, que morreu em uma batalha, narrada no “Leabhar Gabhala” (O Livro das Conquistas), Por muito tempo, Macha governou a Irlanda sozinha, até unir-se ao seu segundo marido Cimbaeth, que foi quem construiu o forte real de “Emain Macha”.  Mas foi com seu terceiro marido, Crunniuc Mac Agnomainque surgiu a lenda de sua maldição. A história inicia-se quando Crunniuc, um fazendeiro de Ulster, pai de quatro filhos e desolado pela morte da esposa. Macha, uma senhora misteriosa, entra em sua casa, organiza seu lar, dá ordens aos seus criados, fazendo tudo para agradá-lo. À noite faz amor com ele, tornando-se assim, sua esposa. Como deusa protetora dos eqüinos, e apaixonada por seu marido, ela multiplicou-os de maneira assombrosa e passava as manhãs correndo e competindo com eles pelos prados. Neste período, Crunniuc prosperou como nunca, e recebeu o reconhecimento dos outros nobres da região. Aparentemente, a mulher trouxera-lhe boa fortuna. Ele nunca indagou a formosa mulher sobre sua origem, bem como jamais questionou o que ela fazia ali. Apenas amou. Amou e confiou naquela silenciosa mulher, depositando ali seu nobre coração. Eis que então a formosa mulher dos cabelos cor de fogo trouxe a Lua para seu ventre, brindando Crunniuc com a alegria de, dali a nove ciclos de lunação, ser pai. Algum tempo depois, o rei Conchobar convidou a todos para um festejo no Condado de Armagh. Crunniuc decidiu que iria ao Festival. Macha lhe pediu para não ir, advertindo-lhe que ele falaria Dela durante o festejo e que isso atrairia desgraça para os dois. Crunniuc não desistiu e prometeu não dizer uma só palavra sobre seu relacionamento. O próprio rei de Ulster presidia os festejos. Num certo momento, para agradá-lo, alguém fez elogios aos seus cavalos, garantindo que não havia outros mais velozes em todo o mundo. Crunniuc, não conseguindo conter-se, afirmou que sua mulher corria mais rápido que qualquer quadrúpede. O rei, com raiva, mandou prendê-lo e exigiu uma comprovação de tais palavras. Sendo assim, Macha foi forçada a comparecer ao festival para competir com os cavalos do rei, sob pena de matarem seu marido se ela resistisse. Ela protestou e apelou pedindo então que o rei aguardasse o término de sua gestação para que tal feito fosse realizado. Ela lembrou-lhes que todos tinham mãe, e perguntou-lhes o que sentiriam se obrigassem a cada uma delas uma prova semelhante, em estado tão avançado de gravidez. Mas de nada adiantou seus lamentos: para a maioria dos homens, devido ao excesso de álcool, lhes parecia muito atrativo aquele perigoso desafio. Macha então teve que aceitar realizar a corrida, já sentindo as dores do parto. Trouxeram então os cavalos e teve início a competição, que teve um fim muito breve, pois ela alcançou a chegada rapidamente com uma vantagem folgada. No entanto, ao final, ela caiu ao solo gritando de dor e, naquele mesmo instante, deu luz a gêmeos. Neste momento, todos se deram conta do que haviam feito, mas foram incapazes de se mover para ajudá-la. Então, ainda entorpecida pela dor, Ela reuniu suas forças e voltando-se para todos disse: “Desse dia em diante, durante cinco dias e cinco noites, por nove gerações, nos momentos em que todos os guerreiros do Ulster mais precisarem de suas forças, todos serão cometidos pelas mesmas dores de meu parto, pois eu sou Macha, filha de Sainrith Mac Imaith, e para enaltecer meu nome, esse lugar será chamado, para sempre, de Emain Macha”. Dizendo isso, a Deusa retirou-se do local, levando seus filhos e deixando todos os convidados atônitos com a revelação de sua identidade. Crunniuc nunca mais viu a Deusa ou seus filhos, voltando desolado, para suas terras que nunca mais, a partir daquele momento, seriam prósperas como outrora foram, quando Macha lá habitava, trazendo luz e prosperidade ao lar e ao coração do fazendeiro. Somente as mulheres, as crianças e o herói Cuchulainn ficaram a salvo das palavras de Macha.  

Correspondências: Animais: Cavalo; Corvo. Símbolos: Morte; Destruição; Desastre; Mãe; Guerra; Mulheres. Invoque Macha para: fertilidade; previsões; proteção; força, sexualidade; perspicácia/esperteza. Jóias: ouro Cor da roupa: amarela, laranja, vermelha ou ouro. Óleos: olíbano, ligústica, heliotrópio, pimenta-da-jamaica, amêndoa. Pedras: Citrino, ágata, turmalina rosa, granada, topázio, quartzo dourado, quartzo branco, ametista. Ritual de proteção: Use uma peça do vestuário amarela em uma Quarta-feira.

RITUAL: Feche os olhos, respire algumas vezes e visualize-se galopando em um cavalo branco. Quais sentimentos lhe vêm a mente? Fique alerta para cada sensação sentida. Peça a Macha que lhe ensine os dons da liberdade e torne-se um ser realmente livre. Ainda visualizando-se galopando, imagine-se diminuindo o galope, desça do cavalo, toque a cabeça do animal e abençoe-o por ter cedido parte do seu poder a você. Deixe-o ir e aos poucos, retorne ao seu estado normal de consciência, respirando profundamente mais algumas vezes e abrindo lentamente os olhos.

Dagda, o Deus Bondoso

Filho de Dana e Bile, o “Deus Bondoso”, é o pai dos deuses. Seu nome quer dizer “o que golpeia com grande eficácia”, já que leva consigo um martelo com o qual dá vida, ressuscita e mata. É um deus da abundância. Veste uma túnica curta, refletindo ao mesmo tempo autoridade e benevolência. Foi e ainda é o deus mais venerado entre os druidas. Senhor dos elementos, da sabedoria e da adivinhação, mestre da música, arte, poesia e eloquência, excelente guerreiro, deus simples e agradável que tem como tarefa garantir a transição durante as diferentes etapas da vida e depois até a “pós vida”. Possui um caldeirão magico onde pode ressuscitar os mortos em batalha. De sua união com Boann teve Oengus Mac Og, deus do amor, concebido e nascido em apenas um dia. Dono de grandes proezas de guerra e aventuras, conta-se que certa vez capturou com uma mão um ser com 100 pernas e 4 cabeças. Também simboliza a fertilidade, a abundância e regeneração. Por vezes sua imagem é quase grotesca, pois come grandes quantidades de comida, mesmo assim, é querido e respeitado. Com Morrighan formava um casal. Possui uma harpa magica com a qual controla o inicio e fim das estacoes celtas. Foi pai da deusa Brigitt, do deus Oghma, do deus Mider, do deus Angus Mac Og e de Bodb, O Vermelho, que o sucedeu como governante dos deuses.

No folclore irlandês, o Dagda era chamado de O Bom Deus, Grande Senhor, Pai dos DEUSES e dos homens, o Arquidruida, deus da magia, da TERRA . Rei supremo dos Tuatha de Dannan, mestre de todos os ofícios, senhor de todos os conhecimentos.

O Dagda tinha uma harpa de carvalho vivo que fazia com que as estações mudassem quando assim o ordenasse. Deus dos magos e sacerdotes, senhor dos artesãos, da música e das curas.

De apetite voraz, Dagda possuía um caldeirão maravilhoso, a partir do qual se podiam alimentar todos os homens da terra, e que ninguém abandonaria sem nele se ter saciado. Assim, para além de conter o alimento material de todos os humanos, o Caldeirão de Dagda teria em si também todo o gêneros de conhecimentos.

Possuía também o poder de ressuscitar os mortos, desde que os cadáveres fossem nele cozinhados de acordo com um ritual especial, do qual faziam parte ervas mágicas e aromáticas.

 

Correspondências:
Consorte de Boann
Símbolos: clava, harpa, caldeirão, bastão, espada, pedra fálica.
Dia: quinta
Cores: púrpura, verde e branca
Aroma: tabaco
Pontos cardeais: todos
Estação: Todas

Teobaldo não entende Magia, nem Amor, nem Poesia… – Bruxices 39

Alguns não nascem para amar…

“amor é mar, por isso não me contento com quem só quer molhar os pés” – Zack Magiezi

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Di 17 de Janeiro, dia de Ganesha!

Hoje, dia 17 de Janeiro, é dia de Festa! Dia de Ganesha! Dia de Puja a Ganesha!

E mesmo não fazendo postagens de Sábado, hoje preparei um dia inteiro ao lorde Ganesha, Deus da Sabedoria e que retira os obstáculos de nossas vida sem permitir que o Ego nos domine.

O que significa fazer uma puja para Ganesha?

Puja é uma cerimônia ou um ritual que se faz para uma deidade, neste caso Ganesha, que é a divindade mais popular na Índia. Incensos e lamparinas são acesas, flores são oferecidas, mantras do livro sagrado Vedas são cantados. Além disso, também são oferecidas comidas como coco, doces e o Dhal que é uma iguaria da culinária indiana feita de lentilhas, grão de bico, ou até legumes batidos. O dhal é sempre meio líquido, meio pastoso, assim como o feijão batido dos brasileiros.

Sobre o Deus

Ganesha tem uma enorme cabeça de elefante, imensa para um corpo de menino indicando sua capacidade intelectual e a firme dedicação aos estudos.

Ganesha é o Mestre do Conhecimento, da Inteligência e da Sapiência. É aquele que proporciona a potência espiritual e a inteligência suprema. É o grande removedor dos obstáculos, Guardião da Riqueza, da Beleza, da Saúde, do Sucesso, da Prosperidade, da Graça, da Compaixão, da Força e do Equilíbrio. Ganesha significa “Senhor de Todos os Seres”.

É filho do Senhor Shiva, a “Realidade Suprema”, e de Parvati, a “Mãe do Cosmos”.

 

Ganesha e o Rato

De acordo com uma interpretação, o divino veículo de Ganesha, o rato ou mushika representa sabedoria, talento e inteligência. Ele simboliza investigação diminuta de um assunto difícil. Um rato vive uma vida clandestina nos esgotos. Então ele é também um símbolo da ignorância que é dominante nas trevas e que teme a luz do conhecimento. Como veículo do Senhor Ganesha, o rato nos ensina a estar sempre alerta e iluminar nosso eu interior com a luz do conhecimento.

Ambos Ganesha e Mushika amam modaka, um doce que é tradicionalmente oferecido para os dois durante cerimônias de adoração. O Mushika é normalmente representado como sendo muito pequeno em relação a Ganesha, em contraste para as representações dos veículos das outras divindades. Porém, já foi tradicional na arte Maharashtriana representar Mushika como um rato muito grande, e Ganesha estando montado nele como se fosse um cavalo.

Outra interpretação diz que o rato (Mushika ou Akhu) representa o ego, a mente com todos os seus desejos, e o orgulho da individualidade. Ganesha, guiando sobre o rato, se torna o mestre (e não o escravo) dessas tendências, indicando o poder que o intelecto e as faculdades discriminatórias têm sobre a mente. O rato (extremamente voraz por natureza) é habitualmente representado próximo a uma bandeja de doces com seus olhos virados em direção de Ganesha, enquanto ele segura um punhado de comida entre suas patas, como se esperando uma ordem de Ganesha. Isto representa a mente que foi completamente subordinada à faculdade superior do intelecto, a mente sob estrita supervisão, que olha fixamente para Ganesha e não se aproxima da comida sem sua permissão.

Segundo a lenda, Shiva, o Deus Hindu da resolução, foi afastado em uma guerra. Sua esposa Parvati, queria tomar banho, mas não tinha ninguém para vigiar a porta de sua casa, então concebeu a idéia de criar um filho que pudesse protegê-la. Parvati criou Ganesha com a pasta de sândalo que ela usou para o banho e deu vida a figura. Ela, então, o colocou para montar guarda à sua porta e deu-lhe instruções para não deixar ninguém entrar.

Entretanto, o Senhor Shiva retornou da batalha, mas como Ganesha não o conhecia, o proibiu de entrar na câmara de Parvati.

Shiva, furioso pela insolência de Ganesha, pegou seu tridente e cortou a cabeça de Ganesha.

Parvati saiu para encontrar Ganesha decapitado e enfureceu-se.

Ela assumiu a forma da Deusa Kali e ameaçou detruir  os três mundos: do Céu, da Terra e do Submundo.

Ao vê-la neste estado de espírito, os outros Deuses estavam com medo e Shiva, na tentativa de pacificar Parvati, enviou seus Ganas, ou Hordas, para encontrar uma criança cuja mãe estivesse negligente, cortar sua cabeça e trazê-lo rapidamente . A primeira coisa viva que encontraram, no entanto,  foi  um elefante, e o mesmo estava voltado para o norte (sentido associado à sabedoria).

Assim trouxeram a cabeça do elefante e Shiva o colocou no corpo do filho de Parvati e soprou a vida nele.

Parvati ficou muito feliz e abraçou seu filho, o menino com cabeça de elefante que Shiva nomeou como: “ Ganesha, o senhor de seu ganas”.

Parvati ainda estava muito triste, assim Shiva anunciou que todos adorassem Ganesha antes de qualquer outra forma de Deus.

Assim, Ganesh é adorado primeiro em todas as ocasiões e festivais hindus.

Ganesha é amplamente adorado por toda a Índia como o removedor de obstáculos.

 

Para adorar Ganesha, monte um pequeno altar com um pano vermelho e a sua imagem e faça diariamente os seus mantras ou oração. Como oferendas pode colocar arroz cozido só em água, flores amarelas e vermelhas, queime um incenso de Sândalo, e velas vermelhas e amarelas, um potinho com rebuçados de coco, um pratinho com nove moedas. Um cristal branco também pode ser colocado no seu altar. Repita nove vezes o mantra:

OM, e o mantra “Om Gam Ganapataye namaha”.

 

Correspondências:

Área de Influência: Deus da Fortuna, Sabedoria, Literatura
Animais: ratos, elefantes
Consorte: Buddhi, Siddhi
Símbolos: Machado, Cobras
Cores: Amarelo, laranja, vermelho
Dia da semana: quarta-feira
Oferendas: arroz, frutas, goiabada, mel, queijo, moedas e flores

Feliz 2015! – Bruxices 35 e 36

Tirinhas novas de fim de ano!

Que nesse Novo Ano que está chegando, os frutos em sua vida sejam mais doces. Que você cultive com carinho suas sementes, que saiba que mesmo plantando boas coisas, nem sempre irá colher o que deseja, mas que tudo faz parte desse aprendizado constante que é a vida! Que você é mais do que acredita ser, sempre! Basta acreditar, amar, sorrir, desejar Fazer Magia!

Bruxinha Mô, Darazar, Teobaldo e toda a turma estará durante o ano de 2015 aqui, postando tirinhas, mensagens e imagens! Agradecemos a todos pelo imenso carinho, apoio, companheirismo! Por comentarem, compartilharem, curtirem… Por reconhecer os personagens pelo nome!!! Ah, tantas coisas que deixam essa criadora feliz!

Desejo que a Magia seja uma constante na vida de vocês!

Feliz Ano Novo!!!

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