Dagda, o Deus Bondoso

Filho de Dana e Bile, o “Deus Bondoso”, é o pai dos deuses. Seu nome quer dizer “o que golpeia com grande eficácia”, já que leva consigo um martelo com o qual dá vida, ressuscita e mata. É um deus da abundância. Veste uma túnica curta, refletindo ao mesmo tempo autoridade e benevolência. Foi e ainda é o deus mais venerado entre os druidas. Senhor dos elementos, da sabedoria e da adivinhação, mestre da música, arte, poesia e eloquência, excelente guerreiro, deus simples e agradável que tem como tarefa garantir a transição durante as diferentes etapas da vida e depois até a “pós vida”. Possui um caldeirão magico onde pode ressuscitar os mortos em batalha. De sua união com Boann teve Oengus Mac Og, deus do amor, concebido e nascido em apenas um dia. Dono de grandes proezas de guerra e aventuras, conta-se que certa vez capturou com uma mão um ser com 100 pernas e 4 cabeças. Também simboliza a fertilidade, a abundância e regeneração. Por vezes sua imagem é quase grotesca, pois come grandes quantidades de comida, mesmo assim, é querido e respeitado. Com Morrighan formava um casal. Possui uma harpa magica com a qual controla o inicio e fim das estacoes celtas. Foi pai da deusa Brigitt, do deus Oghma, do deus Mider, do deus Angus Mac Og e de Bodb, O Vermelho, que o sucedeu como governante dos deuses.

No folclore irlandês, o Dagda era chamado de O Bom Deus, Grande Senhor, Pai dos DEUSES e dos homens, o Arquidruida, deus da magia, da TERRA . Rei supremo dos Tuatha de Dannan, mestre de todos os ofícios, senhor de todos os conhecimentos.

O Dagda tinha uma harpa de carvalho vivo que fazia com que as estações mudassem quando assim o ordenasse. Deus dos magos e sacerdotes, senhor dos artesãos, da música e das curas.

De apetite voraz, Dagda possuía um caldeirão maravilhoso, a partir do qual se podiam alimentar todos os homens da terra, e que ninguém abandonaria sem nele se ter saciado. Assim, para além de conter o alimento material de todos os humanos, o Caldeirão de Dagda teria em si também todo o gêneros de conhecimentos.

Possuía também o poder de ressuscitar os mortos, desde que os cadáveres fossem nele cozinhados de acordo com um ritual especial, do qual faziam parte ervas mágicas e aromáticas.

 

Correspondências:
Consorte de Boann
Símbolos: clava, harpa, caldeirão, bastão, espada, pedra fálica.
Dia: quinta
Cores: púrpura, verde e branca
Aroma: tabaco
Pontos cardeais: todos
Estação: Todas

A validade venceu! – Bruxices 33

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E tudo na vida não chega o momento de ter fim? Até uma magia feita por acidente chega o dia em que o “encanto” acaba! A vida é assim… Magia boa, magia ruim… um dia acaba.

Ciência Teobaldo? É… pode ser, fique feliz por deixar de comer mosca!

Green Man – O Homem Verde

O Fantástico Guardião das Florestas e de todos os seres. Existe um entalhe fascinante entre as antiguidades inglesas um rosto que espia por entre as folhas e vinhas. É o Homem Verde (Green Man), uma misteriosa deidade dos bosques que cuida das florestas e especialmente de todas as variedades de árvores. Diz-se que ele tem forma humana, tez verde e se veste com folhas e cascas de árvore. Para aqueles que destroem indiscriminadamente bosques e árvores, o Homem Verde é um espírito malígno. Para aqueles que amam e usam de modo sábio as árvores, ele é uma tímida entidade que encoraja o crescimento.

Segundo a lenda, ele oculta tesouros sob suas árvores frutíferas, mas torna a ocultá-los se os fazendeiros arrancam as árvores de seus pomares em busca de tesouros.

O Homem Verde tinha os mesmos atributos de Cernunnos, sendo igualmente uma divindade cornuda que habitava as florestas. Deus dos bosques, seu nome, em galês antigo, é Arddhu (O Escuro) ou Atho.

 

Correspondências:

Face: Anciã do Deus.
Cores: Verde, marrom
Incenso: De flores e que lembre a natureza
Símbolos: Velhas árvores e rosto entalhados em madeira

Fonte: http://naturezadeluanegra.blogspot.com.br/2012/11/deusa-celta-irlandesa-dagda.html
http://elisabet-oliveira.blogspot.com.br/2011/01/badb.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha_(mitologia_da_Irlanda)