Lugh, dos braços longos

Lugh/ Lug/ Lugus

Ele descende de uma linhagem mista — Tuatha e Fomore —, mas foi com sua imprescindível ajuda que os primeiros conseguiram derrotar os segundos.

Lugh era filho de Cian (neto por parte dos Danna) e de Ethniu, filha de Balor, rei dos Fomorianos. Uma profecia dizia que Balor seria morto por seu neto. Para evitar esse destino, mandou dar fim nos netos, mas Lugh sobreviveu e foi criado por Tailtiu, sua mãe adotiva (que é a própria Irlanda). Sua festividade é Lughnasadh, a festa da primeira colheita.

Ficou conhecido como “Lugh Lámfada” – Lugh dos braços longos e “Lugh Samildanach” – Lugh, o artesão múltiplo. Lugh é o Deus dos ferreiros, cujo domínio incluía a magia, as artes e todos os ofícios em geral, seu nome significa “Luz” – belo como o Sol. Guardião da espada mágica e da lança invencível, vinda da cidade de Gorias, um dos quatro tesouros dos Tuatha Dé Danann.

Ele é o guerreiro mais completo de toda a ilha, pois sua habilidade com as armas se une a maestria em diversas atividades, como ferreiro, carpinteiro, poeta, historiador, estrategista militar, artista, druida, medico e metalúrgico, entre outras.  Seu domínio incluía a magia, o comércio, a reencarnação, o relâmpago, a ÁGUA , as artes e ofícios em geral, viagens, curas e profecias.

Na Irlanda e em Gales, Lugh era chamando O Brilhante. Deus do Sol e da guerra, era associado aos corvos, tendo por símbolo, em Gales, um veado branco.Da profundidade de seu culto, diversas cidades da Europa adotaram nomes cuja origem significa cidade de Lugh ou dedicada a Lugh. É o caso de Lyon, Leyden e Lugo.

 

Correspondências:
Animal: Cavalo
Símbolos: Lança, Sol

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Morrigu – O corvo da batalha

Morrigu

Morrigu é a Deusa celta da guerra, da vingança, da morte, do renascimento, do destino, da mudança e da justiça. É a protetora de todas as sacerdotisas e a que impulsiona os guerreiros para suas vitórias ou derrotas.

Há evidências arqueológicas do culto a Morrigu desde a Era do Cobre nas regiões da Espanha, da França, de Portugal, da Inglaterra e da Irlanda. Inúmeras esculturas de uma mulher com uma cabeça de corvo, gralha ou falcão foram encontradas em sítios arqueológicos dessas regiões, e o corvo é um animal sagrado de Morrigu por excelência. Essas imagens mostram uma distinta associação com a guerra e indicam uma direta função de guerreiras, mostrando associações com a proteção, fertilidade e personificação da Terra como Deusa da Soberania. Ela é uma Deusa cultuada por toda a Europa sob diferentes nomes: foi chamada de Morrigan, Morgan, Morgana e Cathuboduwa. Provavelmente Morgan le Fay, considerada irmã do Rei Arthur nos mitos arthurianos, seja um dos inúmeros nomes pelo quais ela foi conhecida entre os galeses. Seu nome etimologicamente vem da combinação do gaélico mór, que significa “grande”, e righan, que quer dizer “rainha”, ou seja, Grande Rainha, o que indica que ela foi uma Deusa de muita importância entre os povos celtas.

Morrigu era tida como uma Deusa que fazia o transporte entre  a vida e a morte, uma Deusa pássaro e uma Deusa do outro mundo. A função de Morrigu claramente não era uma só, mas muitas, o que nos faz acreditar que ela acabou sofrendo uma fusão com atributos de inúmeras Deusas celtas menores.

As Deusas irlandesas da guerra são muito interligadas umas com as outras e, como todas as Deusas celtas, Morrigu possui três aspectos distintos. Isso lhe conferiu o título de “As fúrias da Batalha”, momento em que a Deusa aparecia com suas duas outras irmãs. Elas têm muitas caracteriscas em comum, mas mostram uma função especial que as distingue uma da outra. Cada uma delas exerce uma particular magia ou poder sobrenatural. Ela é Badb, o corvo da batalha, aquela que sobrevoa o campo de batalha. É ela que canta a morte dos bravos guerreiros. É ela que leva a alma ao caldeirão do renascimento. Muitas vezes este aspecto de Morrigu é visto como uma donzela.

Macha, a égua, é a face mãe de Morrigu. Nemhain, a Fúria, representa a face anciã de Morrigu. Ela é muitas vezes representada como a “Lavadeira do Vau”, uma figura sombria de uma velha que lava roupas manchadas de sangue no vau dos rios. Um guerreiro que visse essa aparição antes de uma batalha sabia que tinha chegado a sua hora. Nesse aspecto Morrigu coloca a fúria no coração dos guerreiros e também governa o exército do sacerdócio. Ela inspira seu conhecimento e sabedoria para todos os que ousam desafiá-la e estão prontos para aprender.

Não existem muitas histórias sobre a origem de Morrigu. Alguns historiadores dizem que ela era conhecida como Moirah quando os Dannans desembarcaram na Irlanda. Era vista como uma Deusa donzela, que tinha suas próprias opiniões, que se apaixonou pelo jovem Dagda. Ela engravidou, mas como as águas do rio estavam sob os domínios dos Fomorianos, ao finalmente dar á luz seu filho Mechi nasceu com três cabeças e desformado. Os druidas o sacrificaram para preservar seu povo, pois o recém-nascido seria o futuro rei e segundo a lei céltica um rei deformado ou mutilado não poderia governar. Com isso Moirah foi esconder-se na floresta. Ela permaneceu escondida durante muitos anos até que um dia surgiu usando uma capa com penas de corvos, duas espadas e com a habilidade de mudar de forma, Era uma grande guerreira habilidosa e nenhum homem ousava opor-se a Moirah, agora aconhecida por um novo nome, Morrigu.

Alguns historiadores alegam que a união de Dagda e Morrigu ocorreu em Samhain, antes da batalha que conduziu os Tuatha de Dannan à vitória contra os Fomorianos, que os dominavam. Quando Morrigu se uniu sexualmente com Dagda, o líder dos Tuatha, isso representou a união do Rei com a Terra, pois só dessa forma seria possível se fortalecer para vencer. Qualquer homem que quisesse obter sua ajuda deveria ter relações sexuais com ela primeiramente e deveria ser feito com soberania e se ele recusasse este avanço jamais seria digno de governar a Terra.

Lugh também foi considerado um dos consortes de Morrigu. Ela aparecia  frequentemente nos mitos, na forma de corvo, sobrevoando Lugh e lhe dirigindo incentivos de força e segurança para que lutasse bravamente conta os Fomorianos. Ela tentou seduzir Cuchulain e quando ele a desprezou Morrigu passou a persegui-lo de várias formas; finalmente, ao conseguir matá-lo ela apareceu em seus ombros como um maldoso corvo.

Morrigu aparece frequentemente associada às Bansidhe ou na forma de uma delas. As Bansidhe são seres míticos dos povos celtas que se aproximavam dos seres humanos para avisar a morte iminente de pessoas queridas com seus gritos e choros através das noites. Elas eram descritas como mulheres vestidas de verde, com os pés vermelhos, uma narina e um dente. Tinham longos seios caídos, e dizia-se que aqueles que conseguissem mamar em um deles teriam seus desejos concedidos por elas se pudessem responder às três questões que fizessem. Isso simboliza que o mesmo que traz a morte é o poder que nutre, gera e sustenta a vida.

O corvo aparece frequentemente associado a Morrigu, e ela inclusive pode assumir a forma física de um por meio de seus poderes mágicos. É interessante perceber que o corvo não causa a morte de ninguém, mas come e transforma o corpo, assim como Morrigu. Ela não é a morte em si mesma, mas aquela que traz a morte e a transformação por meio dela, comendo e sendo comida.

Sendo uma Deusa do destino, da morte, do renascimento, da guerra, Morrigu assume o papel de uma Deusa Negra e por isso é cultuada nas sombras e em períodos de Lua Nova. como todas as Deusas Negras, Morrigu é muito mal interpretada. Ela é aquela que traz conforto aos mortos e aos sobreviventes. Ajuda-nos em todos os momentos de mudanças, seja pela morte de um familiar, seja pela perde de um emprego, por um acidente ou por qualquer tipo de perda ou fim.

O povos célticos acreditavam que quando vemos corvos, Morrigu está por perto. Muitos vêem isso como um sinal de morte, mas também pode ser interpretado como sinal de mudança e a necessidade de buscar força. Ela pode ser a mais fiel amiga ou a mais terrível inimiga.

Morrigu é a personificação da própria Terra, por isso um de seus símbolos é o triângulo invertido, o símbolo deste elemento. Ela é a tripla origem do poder do nascimento, da vida e da morte e a força necessária para regenerar estes ciclos.

Correspondências:

Como conectar-se com Morrigu:

“Deixe uma pena de corvo tomar a luz da Lua Nova, recolha-a antes de o sol nascer. Passe a pena na fumaça de um incenso de sangue de dragão, pedindo que Morrigu lhe proteja, e afaste de seu caminho todos os perigos e traga proteção. Amarre a pena com uma fita preta em uma árvore bem bonita como oferenda a Morrigu. “

Animais: Corvo, Gralha, Enguia.
Planeta: Marte
Elementu: Terra
Lua: Nova e Minguante
Cores: Preto, roxo e prata.
Comida: Vinho, carne e mel.
Incenso: Absinto.

Fonte: http://www.oldreligion.com.br/novo/conteudo/index.asp?Qs_idConteudo=12
http://caillean333.blogspot.com.br/2008_05_01_archive.html
http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
http://naturezadeluanegra.blogspot.com.br/2012/11/deusa-celta-irlandesa-dagda.html
http://elisabet-oliveira.blogspot.com.br/2011/01/badb.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha_(mitologia_da_Irlanda)
http://bruxarianaserra.weebly.com/macha.html
http://flavyr.blogspot.com.br/2012/05/deusa-macha.html
http://mitoemitologias.blogspot.com.br/2012/08/morrigan-rainha-das-trevas.html

Cernunnos, o Grande Deus de Chifres

Para iniciar esse novo “projeto”, transformando esse blog não só num depósito de tirinhas, mas também em algo útil para estudos e curiosidades pagãs, falarei semanalmente sobre um (ou mais) Deuses de panteões diversos.

Irei começar com o panteão Celta, e com o Deus Cernunnos. Espero que gostem =)

As informações foram tiradas de sites e pesquisas diversas, fontes de pesquisas ao final.

Cernunnos, Deus Celta

O deus celta Cernunnos era conhecido em várias formas por toda a Europa. Era chamado de o Deus Cornudo. Deus da Natureza, Deus do Submundo e do Plano Astral, Grande pai, e O Chifrudo. Os druidas o chamavam de Hu Gadern, o Deus Cornudo da fertilidade. Era representado sentado numa posição semilótus com chifres ou galhadas na cabeça, com cabelos longos e enrolados e barba. Estava nu e usava uma torque; por vezes, ele porta uma lança e um escudo. Seus símbolos são o alce, o bode, o touro e a serpente chifruda. Cernunnos regia a virilidade, a fertilidade, os animais, o amor físico, a Natureza, os bosques, a reencarnação, as encruzilhadas, a riqueza, o comércio e os guerreiros.

Todos precisamos aprender a lidar com o Deus Cornudo e seus poderes de reencarnação, riqueza e apreciação da Natureza. Nós já lidamos, ainda que subconscientemente  com seus poderes, com seus poderes de fertilidade e sexo físico.

Cernunnos é, com toda a probabilidade, a mais antiga divindade de seu panteão. Há sinais, inclusive, de que ele seja anterior às invasões celtas. Não podemos esquecer que, se boa parte da Europa foi colonizada por sua cultura, as zonas por eles controladas já estavam ocupadas por outros povos com os quais por força tiveram de fundir-se para subsistir, não havendo motivo para que suas crenças fossem aniquiladas.

Independentemente de sua origem, Cernunnos, o deus de chifres, desempenha uma função importante não só por se tratar do Senhor dos Animais — domésticos ou selvagens —, mas também da Fertilidade e da Abundância — regulando as colheitas dos grãos e das frutas.

Sua primeira representação conhecida está presente em uma gravação sobre rocha datada do século IV a.e.c. encontrada no norte da Itália. Ali ele já aparece como um ser de aspecto antropomorfo, dotado de dois chifres na cabeça e dois torques em cada braço. O torque — uma espécie de colar torcido com as extremidades em forma de argola — é um atributo de poder e às vezes de realeza utilizado pelos grandes chefes ou pelos guerreiros mais destacados para que fossem identificados como mestres na sociedade celta e devia ser colocado apenas no pescoço ou nos braços: trata-se de uma série de tiras de metais preciosos entrelaçados em meio a um charmoso desenho em espiral nas formas de colar e pulseira que não fechavam.

Ao lado da imagem de Cernunnos encontrada no norte da Itália estava desenhada uma serpente — símbolo da fertilidade, do renascimento e da sabedoria que mais tarde foi satanizado — com cabeça de carneiro.

Freqüentemente é representado acompanhado por animais, principalmente cervos e touros, que se alimentam de um grande saco que tem em seu poder, ou por serpentes que se alimentam da fruta oferecida entre suas pernas. Em algumas ocasiões, aparece sentado na posição de Buda. Encontramos seu nome escrito em apenas uma ocasião: em um relevo em sua homenagem elaborado por marinheiros do inicio do século II d.e.c., no qual, além dos chifres, o deus tem orelhas de cervo.

Sua imagem mais famosa é a do caldeirão de Gundestrup, um charmoso recipiente de prata de 36 centímetros de altura utilizado em rituais e que foi encontrado na Jutlândia, Dinamarca, quebrado em cinco pedaços. A peça foi reconstituída para que pudesse ser admirada em toda a sua beleza. Neste caldeirão, Cernunnos senta-se com as pernas cruzadas, com um torque no pescoço e outro na mão direita e segura uma serpente com a mão esquerda. Das figuras que o acompanham, destacam-se um cervo de um lado e o que poderia ser um javali do outro lado. Também aparece um homem montado em um salmão — o peixe da sabedoria — e dois animais da mesma espécie que se enfrentam. Outro relevo em pedra — este encontrado no sudoeste da Inglaterra — o mostra com as pernas formadas por duas grandes serpentes com cabeça de carneiro sobre algumas bolsas de dinheiro colocadas ao lado do deus. Em uma moeda de prata inglesa, ele aparece com uma roda, signo solar, entre os chifres.

Os deuses com chifres são sempre identificados como entidades de sabedoria e de poder. Na Antigüidade, tais protuberâncias cefálicas podiam ser levadas apenas pelos mais viris, e não no sentido em que são entendidas vulgarmente nos dias de hoje, como indivíduos muito fortes e agressivos, mas no da própria etimologia latina. Um tipo viril era um homem com todas as letras, dotado de todas as qualidades presumíveis, mas demonstradas apenas por indivíduos reais: valor, honra, masculinidade, entre outros. Os chifres mostravam, além de tudo isso, que esse individuo desfrutava de sabedoria sobre o mundo.

Um conto popular gaélico fala sobre viajantes que chegam a uma ilha misteriosa na qual encontram apetitosas maçãs. Após mordê-las, chifres crescem em suas testas e eles passam a compreender muitas coisas que acontecem ao redor do mundo. Uma lenda escocesa afirma que tais chifres apareciam na cabeça dos melhores guerreiros quando eles se preparavam para o combate há muito tempo, ainda na “infância” da humanidade. Os vikings são popularmente mostrados como terríveis piratas que usavam capacetes com chifres. Porém, eles nunca levavam adornos semelhantes aos combates, pois isso representaria um grande incômodo se realmente o fizessem. Na verdade, utilizavam capacetes lisos, quase sem ornamentos, muito mais práticos. Os capacetes com chifres eram utilizados apenas em cerimônias religiosas. Uma das famosas esculturas de um dos maiores artistas de todos os tempos, Michelangelo Buonarrotti, é sua representação de Moisés. A obra, que data do século XVI, mostra dois chifres e encontra-se na basílica de São Pedro, em Roma.

Correspondências:
Casa: sub-mundo,  Underworld, Wildwood
Animais: Veado, Serpente com chifres, touros, cães, ratos
Cores: Verde, Dourada e Prata
Consorte: Deusa Donzela de Beltane
Cristal: Peridot, Ambar, Jet, Cristal de Rocha
Dia: Domingo, quarta-feira
Direção: Norte
Elemento: Terra
Incenso: Rosemary, Pine, Sandalwood, Cinnamon, Musgo
Instrumento Musical: Tambor
Oferendas: bolotas, folhas do carvalho, visco, frutas, grãos
Planeta: Mercúrio
Planta/Árvore: Ivy, Carvalho, Mistletoe, Juniper, Valerian
Simbolos: Chifres, Torque
Hora: Meia-noite

Fonte: http://www.oldreligion.com.br/novo/conteudo/index.asp?Qs_idConteudo=12
http://caillean333.blogspot.com.br/2008_05_01_archive.html
http://alcateiasite.blogspot.com.br/2012/07/deusas-negras-cerridwen.html
http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2011/09/deusa-e-santa-brighid-brigid-ou-brigit.html
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=137&value=Cernunnos&cat=Deus&topo=
http://mundodemorrigan.blogspot.com.br/2012/10/morrigu-morrigan.html#.UdDcyPm1Hzw
http://www.templodeavalon.com/modules/mastop_publish/?tac=Deuses_Celtas
http://www.mitologiacelta.templodeapolo.net/ver_divindade.asp?Cod_seres=143&value=Lugh&cat=Deus&topo=
http://naturezadeluanegra.blogspot.com.br/2012/11/deusa-celta-irlandesa-dagda.html
http://elisabet-oliveira.blogspot.com.br/2011/01/badb.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha_(mitologia_da_Irlanda)
http://bruxarianaserra.weebly.com/macha.html
http://flavyr.blogspot.com.br/2012/05/deusa-macha.html
http://mitoemitologias.blogspot.com.br/2012/08/morrigan-rainha-das-trevas.html